Médico que atirou contra assaltantes afirma ter agido para proteger à família

O médico que reagiu a um assalto atirando contra os bandidos, na noite da última sexta-feira (07) na Vila Alta, em Tangará da Serra, está em fase de investigação.

O inquérito policial segue sob responsabilidade da Delegacia Judiciária Civil, de Tangará da Serra, para apurar as circunstâncias da morte de Thiago de Moraes Neves, 22 anos. O rapaz e outro comparsa, foram atingidos pela vítima, depois de uma troca de tiros. Thiago, morreu ao ser baleado na cabeça, em um terreno baldio há poucos metros do local do crime, já o outro suspeito, conseguiu fugir mesmo ferido.

Em rede social a vítima, disse não se alegrar por ter atirado contra os assaltantes, mas, devido a situação se viu encurralado já que estavam ameaçando levar a esposa dele como refém e com a arma apontada na cabeça. “A família é o nosso maior patrimônio, não são carros, joias ou qualquer outro bem material. Tenho uma arma legalizada e sempre com os registros em ordem, além de estrategicamente guardada. Foram estes cuidados que salvaram as nossas vidas”. Salienta.

Conforme o advogado da vítima, Dr. Leandro Turati, após a conclusão do Inquérito Policial, o Ministério Público poderá se manifestar para o prosseguimento da denúncia ou pelo seu arquivamento. “O recebimento da denúncia ou o seu arquivamento, fica a cargo do juiz. Quanto à defesa, trabalhamos pela tese de legítima defesa, tendo em vista que ele apenas reagiu ao assalto, para defender a vida da própria família”. Conclui.

Perante a Justiça, o réu deixa de ser considerado criminoso devido às circunstâncias que o levaram a agir por Legítima Defesa.

 

 

 

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