Prefeito afirma que tarifa da água tem planilha de custos como base

Fábio Junqueira esclarece que a tarifa é uma prerrogativa de gestão que prioriza a viabilidade do serviço público

O prefeito Fábio Martins Junqueira (MDB) conversou com a reportagem sobre a audiência pública que será realizada na Câmara Municipal nesta sexta-feira (29) para discutir a política de preços dos serviços de água e esgoto de Tangará da Serra.

Fábio Junqueira: “A água que chega ao consumidor tem de ser paga conforme ela custa e, também, conforme a cidade irá exigir lá na frente”
Fábio Junqueira: “A água que chega ao consumidor tem de ser paga conforme ela custa e, também, conforme a cidade irá exigir lá na frente”

A audiência foi convocada pelo vereador Claudinho Frare e acontecerá no plenário Daniel Lopes, da Câmara Municipal, a partir das 19hs. O chefe do Executivo não confirmou presença na audiência.

Sobre o assunto, Junqueira foi taxativo. “Tarifa pública, como o nome já diz, é um preço público, ou seja, é uma prerrogativa de gestão que tem como base uma planilha onde estão todos os custos, desde a estrutura para captação e tratamento, até a operacionalização para distribuição”, disse.

O prefeito lembra que abastecer a população tem custos como a energia usada na estação de captação e tratamento de água (ETA), no sistema de distribuição, na folha de pagamento, nos custos com insumos e combustível, além da própria capacidade de investimentos em novas estruturas. “A água que chega ao consumidor tem de ser paga conforme ela custa e, também, conforme a cidade irá exigir lá na frente”, acrescentou.

Quanto ao esgoto, o que é cobrado é uma taxa que foi definida pela municipalidade através de um estudo, em anos anteriores, na ordem de 60% do custo da água. Segundo Fábio Junqueira, para que este percentual seja alterado é preciso um novo estudo e um projeto de lei.

O gestor afirma que é preciso responsabilidade em qualquer área do setor público, evitando qualquer medida que leve à inviabilidade ou que configure negligência. “Não podemos inviabilizar os serviços essenciais ou qualquer outro serviço público. O que o município tem feito é manter a viabilidade do serviço de água e esgoto, com um mínimo de capacidade de investimento”, finalizou.

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